sexta-feira, 30 de setembro de 2016

FIGUEIRA DA FOZ

 Foto Pedro Mota
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SÍTIO DAS ARTES ...CINCO ANOS EM COMEMORAÇÃO


Foto Francisco Leong

O Sítio das Artes comemora amanhã o 5.º aniversário. A sua criação em 2009 é uma consequência do encerramento da ex-Universidade Internacional, por decisão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Entre as 11h00 e as 24h00, as diversas instituições sediadas neste espaço vão comemorar o aniversário com um programa diversificado de atividades gratuitas.
As portas vão estar abertas para receber todos quantos desejem participar nas atividades de ginástica, música, canto e teatro, bem como no piquenique partilhado, que se realiza pelas 13h00.

Desde o encerramento em 2009, o município passou a deter este património, tendo diversas associações/coletividades locais passado a utilizar estas instalações. A denominação “O Sítio dos Sons” foi decidida em 2011, tendo ao longo deste período o município da Figueira da Foz celebrado protocolos de cedência de parte das instalações para fixação das suas sedes.

Esta solução encontrada pelo município no apoio ao movimento associativo local, tem permitido a rentabilização e preservação do espaço, bem como a dinamização do mesmo com interações e atividades de âmbito cultural e artístico entre as associações/coletividades sediadas e a comunidade, designadamente, música, dança, pintura, fotografia, cinema, escultura, formação em várias áreas recreativas e culturais, etc.

Atualmente estão sediadas no Sítio das Artes: Tubo D’Ensaio; Associação de Amizade e das Artes Galego Portuguesa (AAAGP); Sporting Figueirense; Associação Viver em Alegria (IPSS)-Universidade Sénior; Pateo das Galinhas Teatro de Bico; Conquista Panorama – Associação Cultural; Associação Bruna – Tuna Universitária da Figueira da Foz; Grupo Coral David Sousa e Talentilicious.

FIGUEIRA TV

CARTAZ DESPORTIVO DE FIM DE SEMANA

JOGOS PARA ESTE FIM DE SEMANA 

SÁBADO , 1 DE OUTUBRO 

Nacional de Juvenis

15h Naval x Borbense
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Nacional de Juniores

15h Sacavenense x Naval
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DOMINGO , 2 DE OUTUBRO 

Nacional de Iniciados

11h AAC OAF x Naval
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Campeonato Portugal Prio

15h Naval x Oleiros

Todos os jogos com excepção dos Juniores se realizam
No Campo de Treinos do Municipal Jose Bento Pessoa


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TÍTULO NACIONAL DE CLUBES EM TRIATLO SERÁ DECIDIDO NA FIGUEIRA DA FOZ

O Triatlo da Figueira da Foz será o evento decisivo na disputa do Campeonato Nacional de Clubes de 2016 e será disputado este sábado, dia 1 de outubro.

A prova organizada pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e Federação de Triatlo de Portugal apresenta-se com a particularidade de ser disputada sob o formato de um contrarrelógio de equipas na distância sprint.

Com a paisagem ribeirinha da Figueira da Foz como pano de fundo, clubes e atletas procurarão fazer valer as suas qualidades na disputa dos últimos pontos disponíveis para o campeonato.

A foz do Mondego receberá o arranque da competição que fará cumprir um total de 750 metros de natação, seguidos de 20 quilómetros de ciclismo ao longo da zona marginal e que terminará com um percurso de cinco quilómetros de corrida junto à marina.

A singularidade desta prova apresenta-se com o formato de contrarrelógio por equipas onde todos os triatletas serão colocados em teste não apenas pelo seu momento de forma, como também pela sua capacidade de trabalho em equipa e espírito de sacrifício.

Neste momento, o Sport Lisboa e Benfica encabeça o ranking masculino da competição, enquanto o ranking feminino é liderada pelo Rio Maior Triatlo.

Figueira TV                           


HÁ MUITA GENTE QUE PARECE TER MEDO DESTA LEI...PORQUE SERÁ?

O QUE É QUE UMA BESTA DESTAS MERECIA


NÃO É PRECISO TER LATA...É PRECISO MESMO MUITA LATA!!!


MANCHETES E NOTÍCIAS DO DIA AO MINUTO







NOTÍCIAS AO MINUTO


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

FIGUEIRA DA FOZ

Foto Mauro Correia
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ISTO SÓ NA FIGUEIRA DA FOZ


O dia estava quente, o sol ainda brilhava, o mar estava ali e o apelo de passear na praia tornou-seirresistível. Contudo, há caprinos por perto, aquela conjugação de fatores fica para segundo plano e um final de tarde de verão no outono pode transformar-se numa dor de cabeça para as autoridades e os transeuntes.

Foi o que aconteceu ontem, na Praia do Teimoso, junto ao Cabo Mondego, na Figueira da Foz, quando um bode resolver contemplar o Atlântico, lá do cimo do paredão que protege a avenida das investidas do mar.

Quando os transeuntes se aperceberam da presença do animal, preocupados que a subida da maré pudesse pôr em risco a sua vida, o bode ficou assustado e, qual cabra-montês, não se deixava agarrar, saltando de pedra em pedra. Contudo, acabou por ser vencido pelo cansaço e um agente da PSP, com o apoio de populares, conseguiu retirar o caprino para a estrada.

Texto e Foto Diário as Beiras

NAVAL RECEBE MARÍTIMO DA MADEIRA NA III ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE PORTUGAL


IIIEliminatória
Gafanha - FC Porto
AD Oliveirense – SC Braga
Sertanense – Tondela
Real - Arouca
Nazaré - Feirense
Académica - Belenenses
1.º Dezembro - Benfica
Trofense - Vitória
Santa Clara - Rio Ave
Santa Iria - Vitória SC
Naval - Marítimo
U. Leiria – Boavista
Estarreja - Nacional
Aves - P. Ferreira
Caldas - Estoril
Vizela - Moreirense
União - Chaves
Famalicão - Sporting
Mortágua - Cova Piedade
SC Covilhã - Freamunde
Penafiel - Amarante
Praiense - Farense
Gil Vicente - Casa Pia
Mineiro Aljustrelense - Limianos
Cinfães - Benf. Castelo Branco
Torreense - Ac. Viseu
Oriental - Barreirense
Varzim - Rec. Águeda
Merelinense - Leixões
Sanjoanense - Lusitano VRSA
Vitória Sernache - Vilafranquense
Fátima – Olhanense

Os jogos realiza-se a 16 de Outubro


DURÃO BARROSO APOIA CANDIDATA BÚLGARA A SECRETÁRIA-GERAL DA ONU

BRENHA, UM EXEMPLO DE COMO O DINHEIRO DOS IMPOSTOS QUE O POVO É OBRIGADO A PAGAR É "QUEIMADO"...






A 5 km da cidade,  em Brenha, paredes meias com o Bairro da Fonte Nova, existe um complexo desportivo, com iluminação e balneários, no lastimável estado de manutenção que as fotos documentam.

Em 2014 e 2015, os figueirenses assistiram a uma luta acesa pela disputa dos campos sintéticos do Municipal Bento Pessoa, entre os dois maiores clubes da cidade, clubes esses que, ao longo dos últimos anos,  receberam milhares e milhares de euros para serem gastos na formação desportiva da juventude da Figueira, enquanto outras colectividades do resto concelho recebiam “as migalhas” que os senhores que mandam nos paços do município se dignavam, por esmola, conceder. 

Mas, voltemos a Brenha. Este complexo desportivo fica paredes meias com a sede do concelho e tem muito próximo um bairro de habitação social. Será que, em vez de andarem com guerras de alecrim e manjerona, não teria sido mais útil descentralizar e dar oportunidade aos jovens mais desfavorecidos  que vivem fora da cidade, aproveitando umas instalações que estão desaproveitadas e que foram construídas com dinheiros públicos?.. 

Ou só há jovens na cidade e pertencentes a uma determinada elite e classe social?..

RETIRADO DO: Outra Margem


A Todo o Vapor: E aproveitando esta lamentável situação do Complexo Desportivo de Brenha vejá-se o que acontece em Tavarede, mais propriamente na Quinta do Paço onde existe um Parque Infantil cujas crianças não o utilizam porque correm o risco de se magoarem sériamente

Curiosamente este Parque foi tema de promessa nas Eleições Autarquicas com promesSas de manutenção, já lá vão uns anos e o dinheiro dos contribuintes continua ser "queimado".

Valha-nos o cartaz que nos esclarece a entidade que é responsavel pelo Parque e a boa informação do numero de telefone do Hospital da Figueira da Foz e da Emergência Médica



PS: Já agora senhores Autarcas da minha cidade as minhas sinceras felicitações pelo "magnifico" painel de azulejos no muro do Cemitério de Buarcos.

CONVOCATÓRIA PARA A SELECÇÃO NACIONAL


NOITE DE FADOS NA DEZ D'AGOSTO

A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove uma Noite de Fados, no próximo dia 8 de outubro, a partir das 21h30, que conta com as vozes de Maló, Margarida Carvalho, Francisco Girão, Vânia Branquinho e José Alberto (fado de Coimbra), acompanhados pela guitarra portuguesa de Carlos Ligeiro e as violas de José Manuel Rodrigues e Luís Ligeiro.

À mesa não faltará o caldo verde, o chouriço assado e o bom vinho. Uma noite para sentir o fado, porque como dizia a saudosa Amália Rodrigues "o fado não se canta, acontece".

As reservas de mesa podem ser feitas através dos seguintes contactos: 233 045 913, 927 718 310 ou sfdezdeagosto@gmail.com.


A HIPOCRISIA E MAFIOZICE


MANCHETES E NOTÍCIAS DO DIA AO MINUTO







NOTÍCIAS AO MINUTO


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

FIGUEIRA DA FOZ

Foto Paula Gomes da Costa
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OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE? NÃO. OS RICOS QUE PAGUEM O QUE DEVEM.


Para assegurar um nível mínimo de coesão numa sociedade, é preciso garantir um mínimo de equidade, um mínimo de regras comuns. Regras que devem abranger todos os cidadãos sem excepção, seja qual for a sua extracção social, nível económico, educação, actividade profissional, local de residência, antecedentes familiares, saúde, cor da pele, género, orientação sexual, ideologia política ou religião.
Sem essa equidade mínima não existe o mínimo de confiança mútua, de respeito pelos outros e de espírito de colaboração que permitem a coexistência e o envolvimento da comunidade em empreendimentos colectivos que promovam o desenvolvimento e o bem-estar de todos.
Para garantir a cooperação de todos, tem de existir uma mutualização de responsabilidades e benefícios, divididos de forma justa, proporcional e transparente.
Em teoria, as coisas funcionam assim nas sociedades democráticas em geral e em Portugal em particular. Mas apenas em teoria. Para além das enormes desigualdades existentes em todos os domínios, que decorrem de situações de partida muito desequilibradas, como o nível socio-económico das famílias (que, num extremo, condena os seus descendentes à pobreza durante gerações e, no outro, lhes garante gerações de privilégios) existem áreas onde a desigualdade e o privilégio de classe é a regra, com as consequências negativas que são de esperar em termos de confiança interpessoal e de confiança nas instituições: essas áreas são a justiça e a fiscalidade.
Digam o que disserem os políticos em campanha e sejam quais forem as promessas e as intenções dos Governos, todos sentimos e sabemos que existe uma justiça para ricos e uma justiça para pobres, da mesma forma que existem regimes fiscais diferentes para ricos e empregados. No domínio da justiça, é evidente que aqueles que possuem meios para contratar bons advogados que exploram todos os buracos das leis e recorrem a todas as manobras dilatórias raramente são condenados e, quando o são, são objecto de sanções simbólicas. No domínio do fisco, não se trata apenas de uma filosofia que penaliza mais os rendimentos do trabalho que os rendimentos do capital mas, para além disso, do facto de haver inúmeros alçapões estrategicamente colocados na lei e inúmeras situações de excepção que beneficiam os que mais têm, enquanto os simples trabalhadores não possuem forma de se esquivar às tributações.
Numa famosa entrevista na televisão no final do ano passado, o ex-diretor-geral da Autoridade Tributária José Azevedo Pereira revelou que as 900 famílias mais ricas de Portugal, com património superior a 25 milhões de euros ou rendimento médio anual acima de 5 milhões, representavam uma percentagem irrisória da receita de IRS, da ordem dos 0,5 por cento, quando seria de esperar, de acordo com a lei, que pagassem 50 vezes mais. Como o fazem? Exploram subterfúgios legais, com a ajuda de consultores fiscais dos grandes escritórios de advogados. Ou desrespeitam grosseiramente a lei, com o maior descaro, confiando que, se forem descobertos, a justiça para ricos os irá livrar de qualquer punição.
Esta sensação de que existem na sociedade portuguesa dois grupos de pessoas, umas que tudo podem mas que nada devem e outras que pouco podem mas que devem tudo, a sensação de viver numa sociedade não só injusta mas profundamente corrompida, a sensação de impotência perante este estado de coisas, desacredita a democracia, destrói a participação cívica e corrói a sociedade.
É por isso uma excelente notícia o início de moralização que o governo PS, com o apoio do BE e do PCP, se propõe levar a cabo no domínio fiscal, com a criação de um novo imposto (ou, o que seria talvez mais adequado, de uma alteração ao IMI) para os grandes proprietários de imóveis e do acesso da Autoridade Tributária à identidade dos detentores das maiores contas bancárias.
No caso da tributação sobre os imóveis está tudo por definir e é evidente que se podem e devem discutir todas as questões, de forma a garantir a justiça e eficácia da lei. Mas o princípio está certo e é justo, por muito que alguns comentadores se indignem e clamem que se trata de um ataque à “classe média”. A sua reacção é compreensível.
As famílias mais ricas habituaram-se a não pagar impostos, a mudar as sedes das suas empresas para a Holanda, a pôr o seu património pessoal em nome de empresas com sede em paraísos fiscais e a usar todas as artimanhas possíveis para não cumprir as suas responsabilidades fiscais. Mas temos o dever de tentar pôr fim a essa imoralidade, que sobrecarrega indevidamente todos os outros.

Os ricos que paguem a crise? Não. Os ricos que paguem o que devem. Apenas isso.

TADINHO COM REFORMA DE 7000€ PRECISA DE OUTRO EMPREGO